4mai2026 Por Norian Segatto
O Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, 1º de maio mobilizou pessoas em todo o país, com atividades políticas e culturais ocorrendo em diversas cidades.
Em São Paulo, o principal ato aconteceu na Praça Roosevelt, que reuniu cerca de 10 mil pessoas, tendo como principais bandeiras o fim da escala 6×1, combate ao feminicídio, regulamentação da escala 6×1, fim dos ataques dos EUA e Israel a Gaza, Líbano e Irã.


A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva criticou a derrubada, pelo Congresso, do veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria. “Foi uma vergonha, atacaram nossa democracia, com discurso falso e hipócrita, reduzindo a pena dos golpistas. Viva a democracia e viva os trabalhadores”, afirmou.
A ex-ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, também participou do ato na Praça Roosevelt, afirmando que o atual Congresso é “inimigo do povo” e exaltando a população a votar contra os políticos conservadores que querem o retrocesso das conquistas da classe trabalhadora e dos povos originários.
Já a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP) afirmou que o Congresso deixou bem claro que “está tudo bem dar um golpe, está tudo bem atacar a democracia”.
São Bernardo

No berço do sindicalismo brasileiro, no ABC Paulista, a CUT e 26 sindicatos da região promoveram o ato 1º de maio o Paço Municipal de São Bernardo, reunindo 75 mil pessoas, segundo os organizadores, em um evento que contou com shows musicais de artistas como Glória Groove, Filho do Piseiro e MC IG, entre outros. Os ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), Leonardo Barchini (Educação), Guilherme Boulos (Secretaria Geral da Presidência da República e o ex-ministro Fernando Haddad.