2set2025 Por Norian Segatto
No dia 30ago aconteceu, na universidade Mackenzie, o 24º encontro promovido pelo Fórum Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (FNDCA, como parte do projeto democracia, direitos, crianças e adolescentes.
Cerca de 80 pessoas participaram da atividade, em sua maioria jovens adolescentes, além de educadores, conselheiros tutelares e militantes de organizações de defesa dos direitos da criança e adolescente. O projeto é realizado em parceria com o Conanda – Conselho Nacional da Criança e Adolescente. Pelo SinPsi participaram as diretoras Priscila Takatsu e Andrea Figueiredo.

Para a organização do evento, esse fórum estadual serviu como “um mergulho em trocas potentes, escuta sensível e protagonismo juvenil e momentos que tocaram fundo em todos nós. Nossa gratidão ao Fórum Estadual de São Paulo pela acolhida generosa e inspiradora. Reconhecimento especial a cada adolescente, jovem, educador, conselheiro, parceiro da sociedade civil e do Sistema de Garantia de Direitos. Vocês transformaram este encontro em algo grandioso!
Na primeira parte do encontro, dois expositores apresentaram diversos aspectos das temáticas envolvendo o tema e da garantia de direitos da criança e adolescente. João Clemente de Souza Neto, sociólogo e professor do Mackenzie fez um apanhado histórico sobre os ainda brutais efeitos da ditadura militar e chegou a afirmar que o AI-5 (Ato Institucional n º. 5) ainda persiste na estrutura do estado brasileiro.

Na sequência, Carlos Alberto de Souza Junior (Churras), da coordenação estadual do FNDCA, provocou reflexões sobre as vivências dos jovens e as formas de militância, questionando se o modelo utilizado pelas diversas entidades de fato atrai a juventude ou se é necessário repensar essas fórmulas e dar mais espaço para o protagonismo da juventude, incorporando novas formas de ativismo, como a cultura hip hop, o funk, as batalhas de rimas e outras manifestações.

Após as apresentações a palavra foi aberta para o público e, na sequência s jovens se reuniram em grupos para debater sobre os temas propostos no encontro e propor ações na busca da plena cidadania e direitos.
Na opinião de Priscila Takatsu, o encontro foi importante para troca de informações e incentivar os jovens a exercerem o protagonismo de seus próprios destinos.